sábado, 6 de outubro de 2007

Apistogramma pulchra

Semana Apistogramma no Nature Planet.



Nome popular: Apistograma pulchra
Nome científico:Apistogramma pulchra

Aquário mínimo: 40l

Habitat original: América do Sul Região: Bacia amazônica, Rio Madeira.

Família: Ciclídeos

pH: min: 5,5 max :7,2

Temperatura: min: 24ºC max: 28ºC

GH: min: 10 max: 20

Tamanho máximo: 5 cm machos e 3 cm fêmeas

Manutenção: Média

Agressividade: Mínima

Alimentação: Flocos, bits, alimentos vivos em geral.

Coloração:
Os machos lembram através de sua coloração os Apistogramma agassizi e o Apistogramma gephyra. Sua cauda possui a parte central azulada com as extremidades amarelas. A nadadeira dorsal é praticamente baixa, possuindo uma linha alaranjada estreita na parte superior.
Possui uma faixa negra que se inicia-se nos olhos e se estende por todo o corpo até a base da cauda, e nesta mesma faixa, logo após os olhos inicia-se uma faixa amarela superior a faixa negra, estendendo-se até a metade do corpo.
Reprodução:
Faz suas posturas em cavernas na natureza geralmente. Para estimular a postura dos peixes, devemos alimenta-los com alimentos vivos, como artêmias, larvas dos insetos, daphnia ou larvas de frutas. A fêmea se encarrega em defender a postura, e o macho de proteger a área do ninho. Os alevinos nascem depois de 24 a 36 horas após a postura e devem ser alimentados com microvermes e naupilos de artemia.
Referências:
Livros pesquisados: AXEROLD, H. R.; BURGESS, W. E.; PRONE, N. ; AXEROLD, G. S. ; BORUCHOWITZ, D. E. Aquarium fishes of the world. T. F. H. Publications, 1018 p

Sites Pesquisados:

Fotos:
Daniel Soler

Adaptado e traduzido por Ricardo Britzke
©
Copyright 2007 ©

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Apistogramma viejita

Semana Apistogramma no Nature Planet.

Nome popular: Apistograma viejita

Nome científico: Apistogramma viejita

Aquário mínimo: 40l

Habitat original: América do Sul Região: Bacia do Rio Orinoco, Rio Meta

pH: min: 5,5 max :7,2

Temperatura: min: 24ºC max: 28ºC

GH: min: 10 max: 20

Tamanho máximo: 5 cm machos e 3 cm fêmeas

Manutenção: Média

Agressividade: Máxima
Alimentação: Flocos, bits, alimentos vivos em geral.



Coloração:
Apresenta o corpo na cor prata, com reflexos em suas escamas nas cores azul e vermelha, principalmente na zona debaixo do olho. Uma linha horizontal corta o corpo todo, começando na boca, cruzando os olhos e chegando até a base da cauda, onde se forma um grande ocelo. Na cauda, apresenta uma cor vermelha, acentuando-se principalmente nos raios extremos da mesma. Existem três variedades cromáticas distintas, correspondentes a três zonas geográficas que os mesmos habitam.

Reprodução:
A reprodução é similar a todos os outros Apistogrammas. O macho é quem se encarrega de proteger a área do ninho de qualquer intruso e a fêmeas da prole, não deixando o macho se aproximar dos alevinos. Os jovens devem ser alimentados várias vezes ao dia com naupilos de artemia

Referências:
Livros pesquisados: AXEROLD, H. R.; BURGESS, W. E.; PRONE, N. ; AXEROLD, G. S. ; BORUCHOWITZ, D. E. Aquarium fishes of the world. T. F. H. Publications, 1018 p

Sites Pesquisados:
Fish Base
Atlas Dr. Pez

Fotos:
Wallpaperfishtalk


Adaptado e traduzido por Ricardo Britzke
©
Copyright 2007 ©

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Apistogramma gephyra

Semana Apistogramma no Nature Planet.

Nome popular: Apistogramma Gefira


Nome científico: Apistogramma gephyra

Aquário mínimo: 50 l

Habitat original: América do Sul Região: Bacia amazônica

Família: Ciclídeos

pH: min: 5,5 max :7,2

Temperatura: min: 24ºC max: 28ºC

GH: min: 10 max: 20

Tamanho máximo: 8 cm machos e 6 cm fêmeas

Manutenção: Média

Agressividade: Máxima

Alimentação: Flocos, bits, alimentos vivos em geral.


Coloração
Apresenta coloração cinza no corpo, com tons de azul e vermelho por todo o corpo. A cor da nadadeira caudal pode variar do laranja ao vermelho pálido, com tons azulados. Os machos são maiores, com uma coloração mais viva e apresentam a cauda em forma de lança. As fêmeas seguem o padrão do gênero.

Reprodução
Faz suas posturas em cavernas na natureza geralmente. Para estimular a postura dos peixes, devemos alimenta-los com alimentos vivos, como artêmias, larvas dos insetos, daphnia ou larvas de frutas. A fêmea se encarrega em defender a postura, não deixando o macho se aproximar. Depois de 2 a 3 dias da postura, os alevinos nascem, sendo este o período em que a fêmea se torna mais agressiva. Ao 3º dia do nascimento os alevinos começarão a nadar, e terão que ser alimentados com naupilos de artêmia e micro vermes.


Referências:
Livros pesquisados: AXEROLD, H. R.; BURGESS, W. E.; PRONE, N. ; AXEROLD, G. S. ; BORUCHOWITZ, D. E. Aquarium fishes of the world. T. F. H. Publications, 1018 p

Sites Pesquisados:
Fish Base

Fotos:
Daniel Soler
Friedrich Bitter


Adaptado e traduzido por Ricardo Britzke
©
Copyright 2007 ©

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Apistogramma agassizii

Semana Apistogramma no Nature Planet.



Nome popular: Apistograma Agasizi


Nome científico: Apistogramma agassizii

Aquário mínimo: 50 l

Habitat original: América do Sul Região: Bacia do rio Amazonas, ao longo de Rio Amazonas-Solimões do Peru através do Brasil à bacia de Rio Capim.

Família: Ciclídeos

pH: min: 5,5 max :7,2

Temperatura: min: 24ºC max: 28ºC

GH: min: 10 max: 20

Tamanho máximo: 10 cm machos e 6 cm fêmeas

Manutenção: Média

Agressividade: Máxima

Alimentação: Flocos, bits, alimentos vivos em geral.


Coloração
Basicamente podemos considerar três colorações diferentes neste apistogramma, sendo vermelho, amarelo e azul.
Em cada região que o mesmo foi coletado, este apresenta uma cor diferente e leva o nome da região. Portanto temos os seguintes Apistogramma Agassizzii: Alenquer, Belém, Azul, Cauda azul, Cauda vermelha dupla, Gato, Iquitos, Cauda Laranja, Nanay, Porto Velho, Rio Ampiyacu, Santarém, Santarém de cauda vermelha, Tefé, Tefé de cauda vermelha, Cauda Branca, Xingu e Novo Aripuanã...

Reprodução
Coloca os ovos em cavernas na natureza. Os pais protejem a prole assim como todos peixes do gênero. Podem permanecer aos pares ou em harems, embora neste último caso seja importante que exista um esconderijo para cada fêmea.



Referências:
Livros pesquisados: AXEROLD, H. R.; BURGESS, W. E.; PRONE, N. ; AXEROLD, G. S. ; BORUCHOWITZ, D. E. Aquarium fishes of the world. T. F. H. Publications, 1018 p

Sites Pesquisados:
Fish Base

Fotos:
Daniel Soler
Fredrik Hagblom

Adaptado e traduzido por Ricardo Britzke
©
Copyright 2007 ©

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Apistogrammma trifasciata

Semana Apistogramma no Nature Planet.

Apistogramma trifasciata macho

Nome popular: Apistograma Trifasciata


Nome científico: Apistogramma trifasciata

Aquário mínimo: 50 l

Habitat original: América do Sul Região: Bacia do rio Amazonas, na drenagem do Guaporé no Brasil; Bacia do Rio Paraná, na drenagem do Rio Paraguai no Brasil e Paraguai, e na drenagem de Rio Paraná média na Argentina

Família: Ciclídeos

pH: min: 5,5 max :7,2

Temperatura: min: 24ºC max: 28ºC

GH: min: 10 max: 20

Tamanho máximo: 7 cm machos e 5 cm fêmeas

Manutenção: Média

Agressividade: Mínima

Alimentação: Flocos, bits, alimentos vivos em geral.


Apistogramma trifasciata macho

Coloração
Possue três faixas horizontais, sendo as mesmas responsáveis pelo seu nome. A primeira vai da cabeça até o final da nadadeira dorsal; a segunda é a faixa típica deste gênero, tendo sua origem na boca e indo até a base da nadadeira caudal; e a terceira faixa fica no abdomem.
O dimorfismo sexual é bem característico, os machos são maiores em tamanho, com uma coloração azulada e apresentam os 5 primeiros raios da nadadeira dorsal maiores. As fêmeas também apresentam as três faixas características da espécie e seguem o mesmo padrão de coloração do gênero, são amareladas.


Reprodução
É a espécie que menos ovos põem. A fêmea se encarrega de escolher o local de postura e passa a limpa-lo constantemente. E o macho se encarrega da proteção, espantando qualquer intruso do local. Após a postura, o nascimento dos alevinos ocorre entre 36 a 96 horas, dependendo da temperatura da água. A alimentação dos alevinos pode ser ministrada com infusorios e naupilos de artemia.


Referências:
Livros pesquisados: AXEROLD, H. R.; BURGESS, W. E.; PRONE, N. ; AXEROLD, G. S. ; BORUCHOWITZ, D. E. Aquarium fishes of the world. T. F. H. Publications, 1018 p

Sites Pesquisados:
Fish Base

Fotos:
Nature Planet

Adaptado e traduzido por Ricardo Britzke
©
Copyright 2007 ©

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Apistogramma borellii

Semana Apistogramma no Nature Planet.

Apistogramma borellii macho

Nome popular: Apistograma Boreli


Nome científico: Apistogramma borellii

Aquário mínimo: 50 l

Habitat original: América do Sul Região: Bacia de Rio Paraguai e ao longo do baixo Rio Paraná na Argentina

Família: Ciclídeos

pH: min: 5,5 max :7,2

Temperatura: min: 24ºC max: 28ºC

GH: min: 10 max: 20

Tamanho máximo: 8 cm machos e 6 cm fêmeas

Manutenção: Média

Agressividade: Mínima

Alimentação: Flocos, bits, alimentos vivos em geral.


Apistogramma borellii macho

Comportamento
Um dos apistogrammas mais tranquilos e tímidos, não sendo indicado colocar com Apistogrammas mais agressivos como Apistogramma agassizii, Apistogramma viejita, etc.
Apresenta uma forma interessante de deslocamento,
com movimentos muito curtos e rápidos, e sempre com a cabeça inclinada para cima. Na época de reprodução, o macho muda radicalmente, tornando-se extremamente territorial, defendendo o local contra qualquer o intruso.

Reprodução
É um peixe polígamo, como a maioria dos peixes do gênero. Os alevinos devem estar em um aquário calmo, sem outros peixes que possam a vir incomoda-los, pois embora exista a proteção dos pais, os mesmo podem a vir a se desentenderem e devorarem toda a prole.


Apistogramma borellii macho e fêmea


Referências:
Livros pesquisados: AXEROLD, H. R.; BURGESS, W. E.; PRONE, N. ; AXEROLD, G. S. ; BORUCHOWITZ, D. E. Aquarium fishes of the world. T. F. H. Publications, 1018 p

Sites Pesquisados:
Fish Base

Fotos:
Nature Planet
Josuel Valnei Brunelli
Daniel Soler

Adaptado e traduzido por Ricardo Britzke
©
Copyright 2007 ©

domingo, 30 de setembro de 2007

Apistogramma gibbiceps

Semana Apistogramma no Nature Planet.

Apistogramma gibbiceps macho

Nome popular: Apistograma Gibicepis


Nome científico: Apistogramma gibbiceps

Aquário mínimo: 50 l

Habitat original: América do Sul Região : Bacia amazônica

Família: Ciclídeos

pH: min: 5,5 max :7,2

Temperatura: min: 24ºC max: 28ºC

GH: min: 10 max: 20

Tamanho máximo: 8 cm machos e 6 cm fêmeas

Manutenção: Média

Agressividade: Média

Alimentação: Flocos, bits, alimentos vivos em geral.


Apistogramma gibbiceps macho

Coloração
Devido a grande policromia que espécie possue, não é possível estabelecer uma coloração base, os tons vão desde cinza claro, pasando por tons azulados, verde oliva até rosa pálido, todos com uma característica em comum, a cor amarela predomina na cabeça.
Possuem uma faixa horizontal preta ampla que comece nos lábios e termina na cauda, e uma sucessão de faixas paralelas abaixo da linha horizontal do corpo.

Reprodução
A fêmea coloca aproximadamente 150 ovos, que eclodirão de 36 a 72 horas, de acordo com a temperatura da água. Os cuidados com a prole serão inteiramente consagrados pela fêmea, não permitindo nem a presença do macho.
Em uma semana de vida, os alevinos começam a nadar livremente. Aos 4 meses pode-se apreciar as diferenças sexuais, momento em que terão entre 2,5 a 3 cm; com seis meses terão cerca de 3 a 4 cm de comprimento, e ja se encontraram sexualmente maduros.


Referências:
Livros pesquisados: AXEROLD, H. R.; BURGESS, W. E.; PRONE, N. ; AXEROLD, G. S. ; BORUCHOWITZ, D. E. Aquarium fishes of the world. T. F. H. Publications, 1018 p

Sites Pesquisados:
Fish Base

Fotos:
Nature Planet

Adaptado e traduzido por Ricardo Britzke
©
Copyright 2007 ©

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Apistogramma Cacatuoides

Em comemoração ao aniversário de 1 ano de existência do Nature Planet, reservamos a todos os leitores, a semana Apistogramma.

Apistogramma Cacatuoides macho


Nome popular: Cacatuoides


Nome científico: Apistogramma cacatuoides

Aquário mínimo: 50 l

Habitat original: América do Sul Região : Bacia amazônica

Família: Ciclídeos

pH: min: 5,5 max :7,2

Temperatura: min: 24ºC max: 28ºC

GH: min: 10 max: 20

Tamanho máximo: 7 cm machos e 5 cm fêmeas

Manutenção: Fácil

Agressividade: Mínima

Alimentação: Flocos, bits, alimentos vivos em geral.

Apistogramma Cacatuoides macho

Características: No seu habitat natural vive em lagos e em remansos de rios, os quais apresentam água com coloração chá, devido ao material orgânico em decomposição. Os mesmos apresentam grandes quantidades de vegetação subaquática e abundantes rochas e troncos, formando diversos esconderijos para demarcação de territórios e reprodução.

Reprodução: É um ciclídeo com alguma dificuldade de se reproduzir em aquário.Necessita de um aquário que simule seu ambiente natural. Após a corte, a fêmea colocará cerca de 200 ovos amarelos brilhantes, o quais logo em seguida serão fertilizados pelo macho. Os pais irão supervisionar os ovos e os alevinos e os irão proteger, e dentro de cerca de 3 dias nasceram os alevinos, os quais se alimentaram de seu saco vitelino, e entre o 7º ao 10º dia de vida, começaram nadar livremente. Após consumir o saco vitelino, devemos alimentá-los com infusórios e náupilos de artemia e gradualmente ir introduzindo rações industrializadas.

Apistogramma Cacatuoides fêmea e filhotes

Referências:
Livros pesquisados: AXEROLD, H. R.; BURGESS, W. E.; PRONE, N. ; AXEROLD, G. S. ; BORUCHOWITZ, D. E. Aquarium fishes of the world. T. F. H. Publications, 1018 p

Sites Pesquisados:
Ciclídeos americanos

Fotos:
Nature Planet
Josuel Valnei Brunelli

Adaptado e traduzido por Ricardo Britzke
©
Copyright 2007 ©

domingo, 23 de setembro de 2007

Palestra de Aquapaisagismo

Maiores informações clique no banner

O evento irá apresentar a montagem passo a passo de um aquário plantado, serão explicadas as técnicas e, claro, muitas dicas. O evento prossegue com um abordagem ampla sobre todos os aspectos de um aquário voltado para o aquapaisagismo. Leve seu pé de coelho, trevo de quatro folhas, ferradura... o aquário MONTADO será sorteado entre os participantes! Além disso outro aquário completinho também será sorteado.
Palestrantes: Rony Suzuki e André Longarço (Aquabase)
Local: Sindicado do Comércio Varejista
Av. Nações Unidas, 17-45 -Bauru - SP
Dia: 10/11/2007
Horário: 13:00 às 17:00

Ingressos: Loja Aquamundi
Av. Castelo Branco, 4-8 - Bauru - SP
Valor: R$ 15,00 - vagas limitadas

Fonte: Xylema

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Ciência

Pesquisadores descobrem quatro novas espécies de peixes.

Quatro novas espécies de peixes foram descobertas em rios afluentes do Rio Iguaçu, na região metropolitana de Curitiba. Os novos peixes foram encontrados por pesquisadores do Museu de História Natural de Curitiba. Segundo a agência de notícias da Prefeitura de Curitiba, a descoberta das novas espécies será publicada nas revistas científicas Zootaxa e Neotropical Ichthyology, da Sociedade Brasileira de Ictiologia.

Bacia do Rio Iguaçu

Num riacho afluente do Rio da Várzea, em Tijucas do Sul, região metropolitana, foi encontrado um novo tipo de lambari. A espécie recebeu o nome de Astyanax varzeae, em função da bacia hidrográfica onde foi localizada. As outras espécies são de cascudos. Um deles foi encontrado no Rio Iraí; o outro, no Rio Piraquara, em Piraquara, na região metropolitana de Curitiba, e o terceiro, no Rio Iguaçu, em União da Vitória, no Sudeste do estado. Uma das espécies de cascudo também foi descoberta em rios de Curitiba.

"As novas descobertas têm um significado especial também pelo local onde foram encontradas. São rios de áreas urbanas, o que significa que mesmo com toda pressão os peixes ainda preservam características originais", afirmou o pesquisador do Grupo de Pesquisas em Ictiofauna do Museu de História Natural, Vinícius Abilhoa.

Astyanax varzeae

O novo lambari pertence a um grupo chamado popularmente de "lambaris de riachos". São peixes de pequeno porte (até 15 cm), que se alimentam de pequenos frutos, sementes da mata ciliar, além de insetos que caem na água. Já os cascudos medem cerca de 10 cm de comprimento. De coloração variável, se alimentam de organismos que vivem aderidos a pedras e troncos submersos, que removem com auxílio de seus dentes raspadores. As novas espécies são exclusivas da bacia do Iguaçu.

Nascente do Rio Iguaçu


Fonte: Gazeta do povo