Radiação ultravioleta provoca danos à pele de peixes e pode acarretar mutações em espécies
Não somos só nós, seres humanos, que sofremos com os impactos da radiação ultravioleta (UV) no corpo. Os raios solares também fazem mal aos peixes, segundo comprovou estudo do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Danos ao material genético, queimadura do tecido epitelial e possível prejuízo à continuidade da espécie estão entre os efeitos maléficos que a exposição contínua aos raios UVA e UVB pode causar a esses animais. O aquecimento global e o desmatamento agravam a situação, pois permitem que a radiação atinja os corpos hídricos de forma cada vez mais intensa.
Foram estudadas em laboratório as conseqüências da radiação ultravioleta em duas espécies de peixe, o pirarucu e o tambaqui, ambos naturais da bacia amazônica, local onde a incidência de raios UV é maior. Nessa região, as águas têm como característica a baixa quantidade de oxigênio, o que obriga os peixes a ir até a superfície para respirar. E é justamente sobre essas camadas superficiais dos rios que incidem os raios solares, pois os materiais em suspensão na água os impedem de penetrar no fundo.
Não somos só nós, seres humanos, que sofremos com os impactos da radiação ultravioleta (UV) no corpo. Os raios solares também fazem mal aos peixes, segundo comprovou estudo do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Danos ao material genético, queimadura do tecido epitelial e possível prejuízo à continuidade da espécie estão entre os efeitos maléficos que a exposição contínua aos raios UVA e UVB pode causar a esses animais. O aquecimento global e o desmatamento agravam a situação, pois permitem que a radiação atinja os corpos hídricos de forma cada vez mais intensa.
Foram estudadas em laboratório as conseqüências da radiação ultravioleta em duas espécies de peixe, o pirarucu e o tambaqui, ambos naturais da bacia amazônica, local onde a incidência de raios UV é maior. Nessa região, as águas têm como característica a baixa quantidade de oxigênio, o que obriga os peixes a ir até a superfície para respirar. E é justamente sobre essas camadas superficiais dos rios que incidem os raios solares, pois os materiais em suspensão na água os impedem de penetrar no fundo.

Especial para Ciência Hoje On-line
20/03/2007
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